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Neste regresso às aulas presenciais é importante que a comunidade educativa esteja sensibilizada para as regras de segurança a adotar nos recintos escolares no sentido de conter a propagação do novo coronavírus.

https://www.youtube.com/watch?time_continue=7&v=ZiyEzVFpfj8&feature=emb_title

A Comissão Nacional de Promoção dos Direitos e Proteção das Crianças e Jovens (CNPDPCJ) produziu uma brochura (em anexo) que vem no seguimento de workshops da CNPDPCJ no âmbito do Projeto Portugal-Noruega e/ou do Conselho da Europa, sensibilizando para a necessidade de prevenção acrescida na fase da COVID-19 ao combate ao abuso e exploração sexual contra crianças.

Coronavírus

BrochuraEm tempos de coranavirus

 

Nos dias 17 e 18 de fevereiro, os alunos do 7º ano tiveram uma primeira sessão sobre esta temática dinamizada pela psicóloga Filipa Viana e o técnico superior de educação Miguel Fernandes do GAF (da Unidade de Apoio à Toxicodependência). No âmbito do Projeto Educar é Prevenir, estes levaram os adolescentes a refletirem sobre os consumos de substâncias psicoativas (SPA) e das dependências na adolescência.

Através da criação de um ambiente de aprendizagem positivo e de empatia, foi possível criar um espaço de reflexão que levou os alunos da turma do 7º E a falarem de forma voluntária e proativa sobre a temática das dependências com ou sem substâncias. Os alunos mostraram-se muito interessados e colocaram dúvidas muito pertinentes, sempre muito bem fundamentadas, realçando as suas competências de comunicação interpessoal e de conhecimentos sobre o assunto. Um exemplo disso, foi um jovem revelar preocupações sobre a toma da Ritalina, outros sobre substâncias prescritas medicamente com o objetivo de saberem se estas entre outras causam dependência.

Para além de determinados consumos que levam à dependência, falou-se também de outras dependências tais como jogos de computador, telemóveis, redes sociais ou as chamadas drogas virtuais. A variedade e riqueza das respostas dos alunos demonstram que, de uma maneira geral, estes valorizam bastante a área do conhecimento e informação no que diz respeito ao das dependências com e sem substância, o que reforça a pertinência destas ações. Foram informados que os adolescentes estão continuamente expostos a comportamentos de risco e que são diversos os meios de contínua exposição a esses fatores, por exemplo, campanhas publicitárias de álcool, do tabaco, influência dos amigos, a curiosidade para experimentar e o desafio à autoridade, dentre outros.

Segundo alguns alunos, a prevenção de condutas de risco faz-se muito na medida em que os pais se envolvem nas suas atividades, ainda que às vezes “ possam parecer que estão a ser chatos”, estabelecendo laços de afeto e um ambiente de diálogo. Esta perceção mostra que estes riscos são reduzidos na presença de famílias que exercem seu papel de proteção em relação a estes comportamentos.

A sessão terminou depois da visualização de um pequeno vídeo que os fez refletir sobre a importância da prevenção como um caminho que devem seguir ao longo do seu percurso escolar e da vida, de forma continuada para ser o mais eficaz possível. Alguns alunos ficaram com vontade de desenvolver ainda mais conhecimentos sobre o tema no futuro pelo que já ficou agendada nova sessão.

De acordo com o PNSE (2015) e o Referencial de Educação para a Saúde (2017), a saúde escolar deve trabalhar a literacia para a saúde, mas também as competências sociais e emocionais dos jovens para lidar com o risco, nomeadamente a influência dos pares e a resiliência, preferencialmente em parceria. Assim, intervir na área da educação para a saúde para a prevenção de comportamentos de risco no domínio dos consumos de substâncias é uma das preocupações da nossa escola.

 

 

 

Hoje os alunos do 5º ano assistiram a uma sessão sobre “Aproximações Abusivas”, dinamizada pela psicóloga Filomena Abreu. Os alunos aprenderam alguns conceitos, nomeadamente o que significa abuso, que não devemos obedecer sempre aos mais velhos, e que o nosso corpo tem “alarmes” que nos ajudam a saber o que nos faz bem e mal.

Aprenderam que perante o abuso, ou quando existe dúvida, devemos procurar um adulto de confiança para nos proteger e fazer com que o abuso acabe.

Aprenderam que os abusos só param quando falamos sobre eles, que nunca devemos guardar segredos que nos provocam medo ou mal-estar.

Aprenderam que quem manda no corpo são eles, que as partes íntimas lhes pertencem e que quem gosta de nós, respeita-nos sempre, mesmo quando dizemos “Não”.

Aprenderam que as vítimas de abuso nunca têm culpa! E que a única forma de fazermos o abuso parar é FALAR!burst

 

Aprender a fazer suporte básico de vida com o INEM

Vídeo

Coronavírus

O melhor meio para prevenir a propagação de um vírus é todos nós assumirmos medidas de prevenção de propagação desse vírus. Com este objetivo, e neste período de muitas dúvidas e de alguns receios, a DGE associa-se à DGS na divulgação de uma infografia que apresenta três medidas simples, mas eficazes, na prevenção do Coronavírus 2019-nCoV:

– Quando espirrares ou tossires, tapa a boca e o nariz com o braço;
– Lava as mãos com frequência antes das refeições, quando chegas à escola e a casa;
– Não partilhes os teus objetos e comida.

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Fonte | dge.mec.pt/

Queres saber mais, consulta:

 

 

IST’S

Os alunos do 8º ano tiveram, durante esta semana, uma sessão de esclarecimento sobre  IST’s, dinamizada pelo Enfermeiro Humberto Domingues, no âmbito da atividade profissional – UCC VC/Saúde Escolar, participando e contribuindo neste projeto educativo para a Formação/Educação de Cidadãos de “corpo inteiro” e a capacidade de escolhas saudáveis e de dizer NÃO!