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Archive for Janeiro, 2020

Este foi o ponto de partida da sessão dinamizada pelo Enfermeiro Humberto Domingues, da UCC (Unidade de Cuidados na Comunidade) na turma do 7º E, no espaço de Cidadania e DTT, no âmbito da planificação de turma sobre a temática “Educação para os Afetos e Sexualidade”, com o objetivo de ajudar o jovem a “ser capaz de aceitar e integrar as mudanças físicas e emocionais associadas à sexualidade, ao longo da vida.”.

Durante noventa minutos foram abordadas diversas questões, nomeadamente a entrada na puberdade e as alterações inerentes a esta fase da vida dos jovens adolescentes. Os jovens, sobretudo quando entram na adolescência, lidam com um sem fim de mudanças, às vezes muito difíceis de integrar. A entrada na adolescência não é fácil. É não sabermos bem quem somos e absorvermos tudo o que dizem de nós. É um sem fim de coisas novas a acontecer que constantemente desafiam e ameaçam a pessoa que queremos ser. A puberdade é marcada por várias mudanças hormonais e físicas pelas quais os adolescentes passam. Em algumas situações, os jovens têm algumas dificuldades em lidar com estas mudanças, por isso, a necessidade de conhecerem o seu corpo em transformação.

Os alunos reagiram muito positivamente à apresentação, revelando muito interesse nos assuntos abordados, ao colocar uma série de questões pertinentes e que necessitavam de ver esclarecidas.

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Direito à Paz

Defender e promover o direito à Paz dos povos e de cada indivíduo significa, de facto, criar as condições necessárias e indispensáveis para o desenvolvimento e o reconhecimento para todos dos direitos humanos fundamentais.

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A sexóloga Fernanda Mendes esclarece vários conceitos relacionados com a identidade de género e a sexualidade. Reveja o momento no vídeo em baixo.

É menina ou menino? A construção da identidade começa na infância, com a imposição de modelos que seguem à risca estereótipos e outros automatismos ditados pela tradição. Mas há crianças que, embora se identifiquem com o seu sexo biológico, não estão felizes com os papéis de género que lhes são impostos. Meninas que gostam das roupas e das brincadeiras dos rapazes; meninos que se identificam com o universo feminino.

identidade de género

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O Referencial de Educação para a Saúde, uma ferramenta pedagógica que pode ser utilizada no ensino de temas de saúde em todas as escolas do país e em diferentes níveis de ensino, promovida pelo Ministério da Educação, conta com a colaboração da Direção-Geral da Saúde (DGS) e do Serviço de Intervenção nos Comportamentos Aditivos e nas Dependências (SICAD).

“À semelhança de outros referenciais produzidos pela DGE no âmbito da educação para a cidadania, o presente documento pretende ser uma ferramenta educativa flexível, de adoção voluntária, passível de ser utilizada e adaptada em função das opções e das realidades de cada contexto educativo, desde a educação pré-escolar ao ensino secundário, nas suas diferentes modalidades. Para além das escolas, o referencial pode ainda ser útil a outras entidades e agentes educativos, de caráter formal ou não-formal, que pretendam desenvolver projetos de promoção de estilos de vida saudáveis com crianças e jovens, bem como a pais e encarregados de educação e a cuidadores. Em todas as fases de organização do trabalho o envolvimento das famílias e dos jovens é crucial.” (…)

Os objetivos, em cada um dos níveis e ciclos de educação e ensino, são os considerados adequados ao nível de desenvolvimento e ao escalão etário das crianças e dos jovens a que se destinam, podendo a sua utilização ser adaptada aos diferentes contextos escolares específicos. Em função das opções definidas no projeto de educação para a saúde da escola e do trabalho contínuo realizado com os alunos, em cada contexto, os professores poderão selecionar quais os conteúdos a abordar, bem como os momentos e métodos para o fazer. Para um mesmo objetivo, presente em todos ou em vários níveis e ciclos de educação e ensino, os descritores vão adquirindo uma complexidade crescente, adequada aos diferentes níveis etários e às competências já desenvolvidas pelos alunos, considerando que o subtema pode ser alvo de tratamento mais aprofundado nos níveis mais avançados.

Para saber mais, consulte:

 

Referencial educação para a saúde

 

 

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Dia dos Abraços

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Um belíssimo cartaz sobre o Dia do Abraço. Parabéns aos alunos do 2°B.

O abraço é uma demonstração de carinho, afeto ou amizade que está presente em todas as culturas.

 

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A Drª Paula Brites  ( do CRI) iniciou ontem, dia 13 de janeiro, a primeira sessão de várias  que ocorrerão, ao longo dos meses de janeiro e fevereiro, sobre ” Comportamentos aditivos e dependências” à turma G do 10ª Ano.

Os alunos participaram com muito interesse e atenção .

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