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Archive for 9 de Outubro, 2019

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A FAO, através do Dia Mundial da Alimentação (16 de outubro) celebra este ano, a promoção de uma alimentação saudável e sustentável disponível e acessível para todos. Todos os países, decisores políticos, empresas privadas, sociedade civil em conjunto com todos nós, podem tomar medidas alcançar um alimentação saudável e a fome zero.

“AS NOSSAS AÇÕES SÃO O NOSSO FUTURO”

A FAO encontra-se, também, a promover um concurso para as crianças e adolescentes do mundo inteiro, com idades entre os 5 e os 19 anos, queiram usar a sua imaginação e criar um póster que ilustre como podemos promover uma alimentação saudável e sustentável para todos e como cada uma de nos pode melhorar a sua alimentação. As candidaturas podem ser feitas até ao dia 8 de novembro de 2019.

Saiba mais informações aqui. 

 

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Adotar uma alimentação saudável não é sinónimo de pratos sem sabor ou de refeições rotineiras. A variedade é uma regra a seguir quando se fala de hábitos alimentares sãos, pois só assim terá acesso a todos os nutrientes que necessita.

Em Portugal, um prato com pouca comida é um prato “mal servido”. Mas será que comer muito é comer bem? Quais as vantagens de não encher tanto o prato?

Comer está no centro das nossas vidas e não é só uma questão de sobrevivência, é um prazer que todos procuramos. Comer chega a ser um evento cultural, em especial no nosso país, onde há tradições gastronómicas para todos os gostos. E se a maioria das tradições deve ser preservada, há uma para repensar: o hábito de servir comida em exagero, como se um prato a transbordar fosse sinónimo de boas maneiras.

Encher o prato dos convidados pode ser uma questão de afeto, mas não devia – comer muito é um dos mais graves problemas de saúde pública. A seguir ao tabaco, o excesso de peso e a obesidade são os principais factores de risco externo para o cancro. Um peso descontrolado pode causar cancro da mama, colorretal, endométrio, esófago, rim, pâncreas, e ainda diabetes tipo 2, acidente vascular cerebral, asma, hipertensão arterial e enfarte do miocárdio. O problema complica-se com crianças, já que quando são obesas têm maior probabilidade de assim permanecer durante a vida adulta.

https://www.2minutos.pt/temas/36

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