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Archive for Janeiro, 2018

O Referencial de Educação para a Saúde é um documento de referência na promoção e educação alimentar, desde o pré-escolar ao ensino secundário e no qual o PNPAS colaborou ativamente.

Abre-se uma nova página na educação alimentar em Portugal.

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Saúde na escola

«A promoção da educação para a saúde em meio escolar é um processo em permanente desenvolvimento para o qual concorrem os setores da Educação e da Saúde.
Este processo contribui para a aquisição de competências das crianças e dos jovens, permitindo-lhes confrontar-se positivamente consigo próprios, construírem um projeto de vida e serem capazes de fazer escolhas individuais, conscientes e responsáveis.
A promoção da educação para a saúde na escola tem, também, como missão criar ambientes facilitadores dessas escolhas e estimular o espírito crítico para o exercício de uma cidadania ativa.»
In Protocolo entre o Ministério da Educação e o Ministério da Saúde

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O quadro legislativo atual torna obrigatória a inclusão da Promoção e Educação para a Saúde, como área de formação global do indivíduo, no Projeto Educativo. O tema deverá ser trabalhado em toda a escola, tendo uma perspetiva interdisciplinar, numa lógica de transversalidade, adequada aos diferentes níveis etários e deverá utilizar um modelo pedagógico compreensivo.
Desta forma, pretende-se promover a responsabilidade individual e comunitária em relação à saúde e desenvolver nos alunos competências, que lhes permitam tomar decisões conscientes e informadas, fazer opções responsáveis e adotar estilos de vida saudáveis.
O Projeto de Educação para a Saúde, incorpora atividades educativas e desenvolve estratégias que promovem a educação para a saúde, envolvendo a comunidade escolar, e será dinamizado, sempre que possível, em colaboração estreita com os serviços de saúde e outras entidades externas desenvolvendo assim, os princípios das escolas promotoras da saúde.

As próximas ações a dinamizar no 2ºperíodo para os alunos do 3ºciclo inserem-se na área temática Saúde mental e prevenção da violência.

sessões com o Dr. Manuel Rosas do Gabinete Cidade Saudável de Viana do Castelo

A promoção da saúde mental é transversal a todas as áreas da promoção da Saúde e do Bem-Estar, pois é a dimensão que permite lidar, de forma mais eficaz, com as emoções, os sentimentos, as frustrações e usufruir do seu contributo para a capacidade de pensar e de tomar decisões.)

Dormir pouco prejudica a saúde?

 

Estudos recentes permitem afirmar que mais de 50 por cento dos estudantes dormem menos horas, por noite, que o necessário, o que tem um impacto negativo no sucesso escolar. Quem o afirma é a médica neurologista, Teresa Paiva, em entrevista ao jornal Público (14-08-2011).
Especialmente em época de férias é comum encontrarmos jovens que adoptam uma rotina de sono trocada em relação ao dia e à noite. Saem e divertem-se até de madrugada, deitam-se de manhã, dormem até meio da tarde e acordam já de noite para voltarem a deitar-se de madrugada. Mesmo em tempo de aulas, embora reduzam este ritmo, a tendência, para grande número de crianças e jovens portugueses, é para deitar tarde e levantar cedo e, portanto, dormir pouco. Tal prática pode ser muito prejudicial, alerta a médica. As crianças que dormem menos do que precisam têm um risco aumentado de hipertensão arterial, de diabetes, de insucesso escolar, de depressão e de insónia, explica, alertando para a gravidade da situação, dado tratar-se de “doenças crónicas que passam a constituir problemas para toda a vida”. Dormir menos do que se precisa “afecta a aquisição de conhecimentos, com ênfase no raciocínio abstracto” e traduz-se em insucesso escolar, sobretudo em disciplinas como a Físico-Química e a Matemática, cujas classificações (nacionais) são tradicionalmente as mais baixas. Mesmo que os jovens que trocam o dia pela noite consigam dormir, o número de horas necessário, durante o dia, esse sono “não tem qualidade”, afirma a neurologista. Estes adolescentes (e jovens adultos) dormem fora da fase biológica do sono, potenciando tendências para a depressão e para a obesidade, aumentando o risco de desenvolvimento de cancros (em idades mais avançadas). Está cientificamente provada a importância da luz natural na saúde, nota Teresa Paiva. Explicando o benefício de dormir de noite, lembra que “as primeiras células que existiram aprenderam a multiplicar-se de noite e não de dia”“As hormonas que facilitam a divisão celular são, muitas delas, produzidas exclusivamente quando estamos a dormir “. É de noite que “ocorre o maior número de interacções entre os neurónios nas várias fases do sono”. Não somos nem ratos nem morcegos, somos uma espécie evoluída que não foi feita para dormir (significativamente) durante o dia, nota a neurologista, referindo que “temos relógios biológicos que estabelecem tarefas diferentes para o organismo, conforme se trate da noite ou do dia”. É importante termos em conta que uma criança de dez anos deve dormir dez horas por noite (tanto mais quanto menor for a sua idade) e um adolescente e um jovem adulto devem dormir, em média, nove horas em cada 24. A médica alerta para o facto de, em Portugal, se trabalhar imensas horas (por vezes mais de 50), sendo que, pelo facto de os pais passarem tanto tempo fora de casa (e também devido aos longos horários escolares) as crianças e jovens passam demasiado tempo na escola, e para terem tempo para outras actividades (actividades extracurriculares, convívio com os amigos, brincadeira, etc.) “roubam” horas ao sono. Como consequência disto, a saúde mental da nossa população deteriora-se, logo desde a infância e adolescência. Chegada a idade adulta aumentam as doenças psiquiátricas e o consumo de tranquilizantes. O número de suicídios atinge (no nosso país) valores preocupantes (aproximando-se dos valores dos países de elevadas latitudes, como os nórdicos, que passam parte significativa do ano com poucas horas de luz e sofrem de depressões daí derivadas).
Conclui a médica que, as pessoas devem perceber que quanto mais horas trabalharem mais horas têm de dormir e mais horas devem praticar exercício físico, igualmente, mais equilibrada deve ser a alimentação.
Em resumo, trabalhar e estudar muito e dormir sistematicamente pouco e/ou a horas biologicamente inapropriadas pode a médio prazo ter consequências graves tanto ao nível da saúde física como mental.

 

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Cheque Dentista

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Informam-se os Encarregados de Educação que o cheque-dentista do(s) seu(s) educando(s) já se encontra(m) prontos para serem levantados na portaria da escola Frei para os alunos do 3ºciclo; na portaria do Liceu para os alunos do 2º ciclo (entrada pelas traseiras) e escola do Carmo para os alunos do 1º ciclo .

O cheque-dentista, é um documento que assegura ao utente o acesso a tratamentos preventivos e curativos prestados gratuitamente por profissionais especializados, nomeadamente estomatologistas e médicos dentistas nos seus consultórios privados. A livre escolha é assegurada ao utente através de uma lista de médicos aderentes, disponível nos Centros de Saúde ou através do microsite da saúde oral.Os destinatários são as grávidas seguidas no Serviço Nacional de Saúde (SNS), utentes do SNS que beneficiem do Complemento Solidário para idosos, crianças e jovens dos 3 aos 15 anos e doentes portadores de HIV/SIDA.

Mais informações:

 

folheto-saude-oral1ciclo-2-638

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