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Archive for Setembro, 2016

A família será sempre um espaço de manifestação de bem-querer e de expressões de ternura. Lamentavelmente algumas pessoas vivem terríveis momentos de violência no seio das famílias.

Frequentemente verificamos que há alunos que estão sujeitos ou presenciam inúmeros episódios de violência doméstica e que, por vezes, o seu comportamento e o seu aproveitamento são condicionados pela mesma.

Toda a coerção física, sexual, psicológica e económica, quando exercida no seio familiar, e de uma forma reiterada, é considerada violência doméstica. Este tipo de criminalidade atinge transversalmente toda a sociedade, não escolhendo rostos nem nomes, sendo no entanto mais notória nas crianças, mulheres, idosas, deficientes ou doentes. Na esmagadora maioria dos casos, este tipo de violência, recai de forma direta sobre as mulheres, mas os filhos, os familiares, os amigos e a sociedade em geral acabam, também, indiretamente, por ser afetados.

As crianças/jovens expostos aos diversos tipos de violência no seio familiar trazem consequências negativas para o seu desenvolvimento, sendo que as mais prejudiciais verificaram-se ao nível psicológico e emocional. As crianças que testemunham a violência entre os pais são as vítimas silenciosas da dinâmica parental, dando origem a consequências profundas. Por vezes, as crianças e os jovens são vítimas esquecidas, permanecendo a convicção de que estas podem, de alguma forma, escapar ao impacto da violência. O vídeo abaixo ajuda a compreender quais são as perceções de uma criança e jovem, que testemunha silenciosamente a violência praticada entre figuras de suporte e vinculação, ao enfrentar uma experiência desta gravidade.

O vídeo retrata história real de Zoe, uma menina de apenas 8 anos que sofreu abuso infantil.

ReMoved– O vídeo mostra uma realidade que poucos conhecem sobre uma criança que vive com a violência doméstica do pai e uma mãe que não sabia o que fazer. Após as autoridades a retirarem da família, ela foi separada do seu irmãozinho, adotada por uma família, que teve muitas dificuldades devido aos traumas da menina. Esta curta metragem, produzido por Nathanael Matanick, foi premiada e é partilhada mundialmente para que as pessoas se inteirem da realidade do abuso infantil e tenham esperança no processo de adoção.

Esta é a realidade de muitas crianças nos orfanatos. Elas não sabem como lidar com a violência que sofreram, e como a mãe que estava totalmente infiltrada no círculo vicioso da violência também não estava habilitada para cuidar dos filhos, elas são retiradas das famílias para uma segunda chance de vida.

Remember My Story – ReMoved Part 2

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SOLFrei

A Equipa  de Promoção e Educação para a Saúde (PES) volta a organizar uma recolha de sangue em parceria com o Instituto Português do Sangue do Porto.

A recolha decorrerá no dia 21 de outubro, entre as 9.00h e as 12.30h, na Escola EB2,3 Frei Bartolomeu dos Mártires, em Viana do Castelo.

“Contamos consigo para ajudar a salvar vidas?”, o passa-palavra e a sensibilização são ferramentas fundamentais. “Eu nunca tinha dado sangue e no ano passado dei pela primeira vez e trouxe comigo mais duas amigas”. É esta crescente sensibilização e envolvimento de todos na sociedade que precisamos para que os jovens  maiores de dezoito anos se envolvam neste tipo de iniciativas.

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A Guarda Nacional Republicana e a organização espanhola Pantallas Amigas assinaram, hoje, um protocolo de cooperação que visa proteger os menores dos riscos associados ao uso inadequado das tecnologias da comunicação, especialmente da internet.

Publicamos hoje o primeiro vídeo.

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GNR | Dia Europeu para a Proteção das Crianças contra a Exploração Sexual e os Abusos Sexuais

 

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PARENTALIDADE

 

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7 coisas a ter em mente para uma manhã sem stress

Como são as suas manhãs lá em casa nos dias de trabalho e escola? Tudo flui ou as coisas têm a tendência de se transformarem numa grande fonte stress?

Se as manhãs são um momento de stress, antes de mais é bom rever quais as suas expectativas em relação às rotinas matinais. Qual a situação ideal? O que quer é realista? Quando sabe o que quer pode refletir sobre o que tem e o que falta para criar uma situação melhor. Aqui vão umas dicas sobre como evitar as principais coisas que nos impedem de ter uma manhã a fluir!

A noite
O fluir da sua manhã começa na noite anterior. A que horas é que se deita o seu filho? Se a criança não dormiu horassuficiente, a probabilidade de ter uma manhã cheia de stress aumenta exponencialmente. Muitas vezes é desafiante conseguir que a criança durma as horas necessárias, mas é bom saber se a criança tem falta de boa educação, ou se tem falta de sono! (Existem algumas tabelas diferentes mas pode-se resumir mais ou menos assim: menos de 1 ano -15 horas ou mais nos primeiros meses; 1-3 ano – 12 a 14 horas; 3-6 anos 10 a 12 horas:  6-12 anos 10 a 11 horas).

A Conexão
Algumas crianças precisam de se reconetar com os pais de manhã. Essas crianças, se não existirem momentos de contacto próximo onde essa reconexão possa ser feita, podem (inconscientemente) inventar estratégias para prolongar a rotina matinal. Se calhar comem muito lentamente, demoram imenso a escolher a roupa e vestir-se, inventam coisas que ”têm” de fazer antes de sair, têm de ir à casa de banho mais de uma vez etc. Duas das melhores formas de satisfazer a necessidade de conexão dessas crianças são:

  1. 1. Ao acordar a criança fica ao lado dela alguns minutos. Faz umas festas na cabeça, dá um abraço, conversa um pouco.
  2. 2. Tomarpequeno almoço em família! A família faz milagres!

O Tempo

Para muitos de nós parece que o tempo nunca é suficiente de manhã. Muito rapidamente é hora de sair e ainda temos tantas coisas para fazer e as crianças não colaboram. Há coisas práticas e pequenas que podemos fazer na noite anterior que nos vão ajudar imenso de manhã. O pequeno-almoço pode ser preparado minimamente, os lanches, a roupa, as mochilas. Se quiseres mais tempo de manhã, prepare tudo o que for possível na noite anterior. Considere também se  está a levantar suficientemente cedo. Levantam-se todos ao mesmo tempo? Será que se pode levantar 15-30 minutos antes das crianças para tratar das suas coisas?

O Foco

Estou-me a referir ao seu foco. As manhãs que correm menos bem na família são sempre as manhãs em que perdemos o foco. Começamos a ler algo que nos prendeu a atenção, decidimos espreitar mensagens ou e-mails, começamos a ver o facebook, decidimos arrumar algo… e de repente olhamos para o relógio e vemos que já é tarde e começamos a chatear os meninos que ainda não estão prontos…

As Instruções

Também  temos de dar muitas instruções de manhã? O primeiro passo para evitar isso é ter uma boa divisão de responsabilidades. Algumas pessoas até fazem um esquema, com palavras ou imagens para as crianças saberem quais as tarefas matinais a serem feitas. Se queremos que o nosso filho siga a rotina matinal porque é benéfico para toda a família, não para ele ganhar pontos e prémios.

A maioria das vezes, o problema com as instruções que damos às crianças é que são difíceis para a criança entender ou por em prática. Em primeiro lugar, dizer o que queremos que a criança faça (”Não brinques com os legos agora!” vs ”Vai lavar os dentes e vê se encontras alguns bichinhos!”). Em segundo lugar, ser específico. O que é que ”Despacha-te!” quer dizer especificamente? O que é preciso a criança fazer para se conseguir despachar? Em terceiro lugar, considerar se as instruções que estamos a dar são demasiado longas ou complexas? Se calhar conseguimos dividi-las em partes? As instruções devem ser sempre simples e claras.

Os Argumentos

Estamos mesmo a ser honestos quando comunicamos que temos pressa de manhã ou estamos apenas a dizer que vão chegar atrasados para os pressionar? E será que é a criança que vai chegar atrasada ou somos nós que queremos chegar a horas ao trabalho? Se calhar é mais honesto ”Eu quero sair agora para chegar a horas a uma reunião que marquei com o meu colega e não gosto de o fazer esperar.” do que ”Tu vais chegar atrasado à escolinha!”

A Responsabilidade

Para o seu filho querer colaborar consigo ele tem de sentir que tem alguma influência sobre o que está a acontecer e tem de sentir que confia nele. Se está constantemente a chatear (”Já é muito tarde!” ”Tens de te despachar!” ”Vamos chegar atrasados!” ”Já te disse para lavares os dentes!”) a criança deixa de querer colaborar, deixa de sentir que confia nela e que ela é responsável. Deixe a criança assumir o máximo de responsabilidade e deixe-a também  viver as consequências se for possível.

Antes de acabar quero partilhar uma pequena história verídica:
Conheço uma mãe que já tinha tentado de tudo com a filha de 12 anos. Ela dormia suficiente, preparava coisas no dia anterior, o acordar era suave etc. O ritmo extremamente lento da filha da manhã prejudicava a família toda. Um dia a mãe decidiu que a consequência natural e lógica dessa lentidão era que a filha teria de chegar atrasada à escola, mas que não era justo o filho também chegar atrasado. Decidiu levar apenas o filho à escola, deixando a filha em casa. Quando voltou, a filha estava pronta, à porta da casa. Levou a filha, atrasada, à escola. No carro a caminho da escola, finalmente conseguiram ter uma conversa realmente produtiva sobre as responsabilidades de cada membro da família, das consequências que existiam e a mãe prometeu que nunca mais iria chatear a filha para se despachar de manhã. A filha achou que apenas precisava da ajuda da mãe para acordar. Assim concordaram e a mãe prometeu que nunca mais iria chatear a filha para se despachar de manhã. Se ela não estivesse pronta, a consequência seria a menina chegar atrasada à escola. A mãe percebeu que o que realmente estava em questão era a necessidade da filha de ter mais controlo sobre a sua vida e parece que a consequência que houve foi uma útil aprendizagem para ambas. Desde a conversa, a menina nunca mais chegou atrasada à escola.

Se neste ano letivo quer criar uma rotina matinal mais em harmonia, então porque não começar com uma reunião de família? Mesmo crianças pequenas de 2-3 anos podem participar.

Ou marque uma conversa durante o jantar, ou no carro a caminho da escola. Levante questões como:

Quais as responsabilidades de cada um? Qual o compromisso de cada um? O que podemos fazer na noite anterior? A que horas temos de nós deitar para dormir o suficiente?

Como é que queremos que sejam as nossas manhãs?

artigo do site MINDFULNESS&PARENTALIDADE CONSCIENTE

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A Equipa PES deseja a todos um excelente ano letivo 2016-2017.

 

Mais um ano letivo se inicia. Depois de um Verão sem horários, dias passados ao ar livre e com muita diversão à mistura, chega a hora de preparar a mochila e de regressar às aulas. Chegam também novas expectativas, novos projetos, novos anseios, novos desejos de que tudo decorrerá dentro do esperado. Os alunos trazem consigo uma carga de expectativa bastante significativa. Eles chegam ansiosos para se adaptarem a um ano de experiências e aprendizagem. Para alunos antigos é tempo de rever os colegas e os professores. Para os que acabaram de chegar é época de mudanças, adaptações e principalmente amadurecimento.

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O Projeto de Educação para a Saúde “ Crescer com Saúde” pretende ser um projeto transversal, multidisciplinar e operacionalizado em articulação com outras estruturas da Escola e da Comunidade.

Considerando que a Saúde e a Educação são dois dos pilares condicionantes do futuro de cada individuo e da sua qualidade de vida, o Projeto da Educação para a Saúde tem  sido desenvolvido com base na noção de que a saúde escolar se encontra numa posição privilegiada para promover a interação entre estas variáveis. Neste sentido, a grande finalidade deste projeto é promover a saúde global dos discentes do agrupamento, favorecendo o sucesso da aprendizagem através da potenciação de condições favoráveis ao seu desenvolvimento biopsicossocial e ao seu bem-estar. Paralelamente,  pretende-se dotar os discentes de conhecimentos, atitudes e valores que os ajudem a fazer opções e a tomar decisões adequadas à preservação da sua saúde e da saúde coletiva.

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Com o novo ano letivo à porta, a Direção-Geral do Consumidor renova a brochura informativa “Regresso às aulas em segurança” que visa alertar para a promoção da saúde e da segurança dos mais novos no seu regresso às aulas – 2016-2017.

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Alguns conselhos deixados pela Guarda Nacional Republicana.

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