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Archive for Junho, 2016

Em tempo de férias, quer pais quer filhos, sentem com alivio o fim de um ano escolar atarefado, repleto de rotinas e exigências. Mas é preciso saber ocupar este tempo de férias

Hoje, as crianças e jovens passam demasiado tempo face a um computador, ou em mensagens sucessivas a partir de um telemóvel. Em muitos casos, há real ausência de alternativas, sem que os utilizadores (pais e filhos) se interroguem sobre o que podem perder quando estão horas seguidas frente a um teclado. As férias são um momento privilegiado para encontrar essas outras opções. A praia, os passeios, o desporto, uma boa leitura, a saída com amigos …qualquer que seja o cenário, no campo, na cidade ou na praia, vivem-se momentos de maior descontração. O calor já aperta, a brisa do mar chama e os pés na areia são a sensação por que muitos procuram assim que chega o verão. Mas não é apenas uma questão de lazer: ir à praia é bom para a saúde.

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Conheces os Benefícios de uma ida à praia?

A praia muda os nossos cérebros e saúde mental!

  • O córtex pré-frontal do seu cérebro é ativado

O córtex pré-frontal, uma área do cérebro associada com a emoção e autorreflexão (bem como outras funções) é ativado quando os sons do oceano são reproduzidos. Isso foi provado através de pesquisas de cientistas com participantes de estudos que foram expostos a sons e ruídos do oceano.

  • As ondas dos oceanos geram íons negativos

A sensação de paz que temos na praia pode ser um resultado de alterações moleculares em nossos corpos. As ondas do oceano produzem íons negativos. Íons negativos aceleram a capacidade do nosso corpo de absorver oxigénio. Eles também equilibram os níveis de serotonina; uma substância química produzida pelo organismo que está relacionada com o humor e o stress. Esta é uma das razões pelas quais estar na praia foi ligada, por cientistas, à energia mental positiva e uma sensação geral de saúde e bem-estar. Pode até fazer-nos dormir melhor.

  • Os níveis da hormona do stresse, cortisol, diminuem

A razão pela qual as praias têm um efeito tão calmante sobre nós pode ser por causa do som das ondas. Os sons mais relaxantes e agradáveis de ouvir são aqueles que têm padrões de ondas previsíveis. O som também deve ser suave em volumes e frequências harmónicas em intervalos regulares. As ondas do oceano são dessa forma. Regulares e suaves de ouvir.

O som do mar pode ter um efeito ainda mais profundo no emocional, de acordo com a neurocientista Shelley Batts. O ruído do oceano provavelmente desencadeia memórias profundas ou sensações de relaxamento e segurança. Algumas pessoas podem até dizer que recordam o útero e os batimentos cardíacos de sua mãe.

Há uma hormona do stresse chamado cortisol. Alguns ruídos, tais como trânsito e o ruído de avião pode acioná-lo. Quando essa hormona é libertada, problemas de saúde, tais como úlceras e doenças cardíacas podem ocorrer. O barulho calmante do oceano trabalha para diminuir os níveis de cortisol. Desta forma, o oceano pode ter um efeito positivo sobre nossa saúde em geral e evitar potenciais problemas de saúde.

  • A superfície plana do oceano acalma

A superfície plana do oceano pode também dar-nos uma sensação de segurança. O neurocientista Michael Merzenich diz que os seres humanos se sentem seguros quando estão em lugares que não são complexos e isso dá-nos paz de espírito. Não há ameaças potenciais.

“Somos construídos, neurologicamente, para normalizar o nosso ambiente e controla-lo.”, diz Merzenich. “Quando olhamos para o mar, ou estamos ao longo da costa, nós estamos num ambiente previsível e estável.”

 

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Para ser grande, sê inteiro: nada
Teu exagera ou exclui.
Sê todo em cada coisa.
Põe quanto és
No mínimo que fazes.
Assim em cada lago a lua toda
Brilha, porque alta vive.
                                                                                             Ricardo Reis

O verão e as férias são propícios a festas entre amigos, e estas, por vezes, levam ao consumo excessivo de álcool. Quando ingerimos álcool, os sinais exteriores começam a ser evidentes: perda da timidez, euforia, sono, dificuldades no nosso equilíbrio e outros sinais como estes.

Mas e por dentro do nosso corpo? Como é que o álcool circula e como é que os nossos órgãos o processam? Acredita, se eles falassem, ao ter eliminado os resíduos todos da bebida, haveria uma briga séria entre ti e eles!

A  distribuição do álcool pelo corpo é rápida: num instante as moléculas de etanol (álcool) viajam pela corrente sanguínea e atingem órgãos como o fígado, os rins, os pulmões ou o cérebro. São estes as principais vítimas.

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Como o corpo não pode armazenar o álcool, o fígado vai ter de trabalhar para o metabolizar e, assim, conseguir eliminá-lo. Mas esta espécie de filtro do nosso organismo tem limites: só consegue metabolizar uma determina quantidade de álcool de cada vez. Por isso, quanto mais álcool ingerirmos, mais tempo o fígado vai demorar a processá-lo. O tempo depende de vários fatores, mas uma bebida alcoólica pode levar três horas a ser eliminada.

Outro órgão a que o álcool vai complicar a vida são os rins, que filtram o nosso sangue e trabalham para manter constante o volume de água no organismo. Enquanto os nutrientes bons são reabsorvidos para o sangue, os maus (e, sim, o álcool é um deles) são eliminados via urina.

Que vontade de urinar…

Uma boa parte dos sintomas pouco agradáveis que temos na ressaca (desidratação, sede, dor de cabeça, enjoo) devem-se ao que se passa nestes órgãos em forma de feijão. O álcool baralha-os por completo. Ao ser um diurético, o álcool leva os rins a produzir muita urina, daí a constante necessidade de fazer xixi.

Vê o vídeo abaixo para melhores informações sobre o álcool:

efeitos do álcool no cérebro

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Ler faz bem…

André Maurois

“A leitura de um bom livro é um diálogo incessante:o livro fala e a alma responde.”

7  Motivos para ler todos os dias

  1. Estimular o cérebro

O cérebro necessita de ser treinado para se manter forte e saudável e a leitura é uma ótima forma de exercitar a mente e mantê-la ativa. Estudos demonstram que os estímulos mentais desaceleram o progresso de doenças como o Alzheimer.

  1. Reduzir o sresse

Uma história bem escrita ajuda a transportar –nos para outra realidade, o que nos distrai das preocupações.

  1. Adquirir novos conhecimentos

Tudo o que se lê é enviado para o cérebro e, mesmo que essas informações não pareçam essenciais, podem vir a ser uma ajuda inesperada, como por exemplo numa entrevista de emprego.

  1. Expandir o vocabulário

A leitura expõe-nos anovas palavras que inevitavelmente serão incluídas no nosso léxico pessoal.

  1. Desenvolver a memória

As obras maiores obrigam a recordar todas as personagens e o contexto em que surgem, o que é um bom treino para a memória. Quem leu Cem anos de Solidão, de Garcia Marquez, sabe do que falamos.

  1. Melhorar a concentração

O dia a dia é muito agitado, tornando-se cada vez mais difícil às pessoas manterem-se focadas numa só tarefa. A leitura funciona então como um exercício de concentração, que se pode revelar fulcral numa altura em que seja necessário realizar um projeto rápida e efetivamente.

  1. Desenvolver a escrita

A leitura, além de nos ajudar a ser mais articulados verbalmente, ajuda ainda a colocar no papel as ideias com maior clareza e correção gramatical.

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É um guia alimentar com características mediterrânicas cujo objetivo é promover e valorizar este padrão alimentar junto da população portuguesa.

É uma representação gráfica que assenta na Roda dos Alimentos Portuguesa; pretende-se dar ênfase às características do padrão alimentar mediterrânico (PAM), salientando não só a componente alimentar, mas também os elementos inerentes ao seu estilo de vida.

Em forma de roda (que reflete o prato e o convívio mediterrânico à volta da mesa) e não de pirâmide, esta representação gráfica evidencia os alimentos mediterrânicos mais relacionados com o padrão português em cada um dos seguintes grupos: óleos e gorduras (azeite/azeitonas – alimento e respetivo fruto de origem); hortícolas (cebola, alho, couve galega, grelos, tomate, pimentos, beldroegas…); fruta (melão, figo, ameixa, citrinos, nêspera, romã…); cereais e tubérculos (batata doce, castanha, massa e arroz integrais, flocos de aveia, pão de centeio, broa…); carne, pescado e ovos (peixe, em especial sardinha, carapau, cavala, atum…); laticínios (queijo e iogurte); leguminosas (todas).

Há ainda duas mensagens relativas a consumos fortemente associados ao PAM, os frutos gordos e o vinho, que são salientados mas não incluídos nos grupos da Roda por não se pretender promover o seu consumo diário. No que respeita ao vinho reforça-se o seu consumo moderado e às refeições, destacando a proibição a crianças, grávidas e aleitantes.

Em simultâneo são veiculados outros princípios associados a este PAM, nomeadamente:

  • Respeito pela sazonalidade e preferência pela proveniência local dos alimentos
  • Incentivo à incorporação de ervas aromáticas como veículo de maior sabor em detrimento do abuso do sal de adição
  • Promoção da utilização e transmissão geracional de técnicas culinárias saudáveis tradicionais, como sopas, ensopados e caldeiradas…
  • Incentivo ao tempo dedicado à confeção dos alimentos e sua inserção no quotidiano através da partilha com família e amigos
  • Combate ao sedentarismo pelo incremento ao tempo dedicado a atividades de lazer.

Pode consultar o cartaz e descarregar em A3 aqui. 

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Novo Programa Nacional de Vacinação

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Direção-Geral da Saúde

Legislação

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Há dados atualizados para ajudarem pais e alunos a escolherem os cursos com menos desemprego. A Direcção-geral do Ensino Superior atualizou a informação relativa à taxa de desemprego de todos os cursos superiores.

Medicina e engenharia informática estão entre os cursos que dão mais garantias para recém-licenciados.

Ver:

 

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Por Portal Raízes

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Ser pai, mãe, avô, avó e, além disso, um educador eficaz, não é fácil. Cada criança vem a este mundo com necessidades próprias que devemos saber atender, com virtudes a serem potencializadas e emoções que devem ser incentivadas, orientadas e desenvolvidas.

Educar não é apenas ensinar as crianças a ler ou mostrar como podem realizar seu trabalho de pesquisa com o computador. Ser pai ou mãe não é presentear os filhos com um telemóvel no seu aniversário, nem assegurar-nos de que colocamos o cinto de segurança neles cada vez que entram no carro. É muito mais que tudo isso.

Se for pai,  lembrar-se-á de quando foi filho e saberá, sem dúvida, o que mais valorizou – e ainda valoriza! – ou do que mais sentiu falta nos seus dias de infância. Se a sua infância não foi especialmente feliz, entenderá quais aspetos romperam este vínculo emocional com os seus pais, esses erros que não devem ser repetidos sob nenhuma hipótese com seus filhos.

Falemos sobre isso.

  1. Não os escutar

As crianças falam e também perguntam muito. Pegam você de surpresa com mil questionamentos, inúmeras dúvidas e centenas de comentários nos momentos mais inoportunos. Desejam saber, experimentar, querem compartilhar e desejam compreender tudo que acontece diante delas.

Tenha bastante claro que, se  mandar que fiquem quietas, se as obrigar a ficar em silêncio, ou se não atender suas palavras, respondendo com severidade ou de forma rude, isso fará com que, no curto prazo, a criança deixe de se dirigir a si. E fá-lo-á privilegiando os seus próprios espaços de solidão, atrás de uma porta fechada que não desejará que você cruze.

  1. Castigá-los, transmitindo-lhes falta de confiança

São muitos os pais que relacionam a palavra educação com punição, com proibição, com um autoritarismo firme e rígido em que tudo se impõe e qualquer erro é castigado. Este tipo de conduta educativa resulta numa falta de autoestima muito clara na criança, uma insegurança e, ao mesmo tempo, uma rutura do vínculo emocional com eles.

Se castigamos não ensinamos. Se me limito a dizer para a criança tudo o que ela faz de errado, jamais saberá como fazer algo bem. Não dou a ela medidas ou estratégias, limito-me a humilhá-la. E tudo isso gerará nela raiva, rancor e insegurança. Evite sempre esta atitude.

  1. Compará-los e rotulá-los

Poucas coisas podem ser mais destrutivas do que comparar um irmão ao outro ou uma criança a outra para ridicularizá-la, para dar a entender suas escassas aptidões, suas falhas, sua pouca iniciativa. Em algumas ocasiões, um erro que muitos pais cometem é falar em voz alta diante das crianças como se elas não os escutassem.

É que o meu filho não é tão inteligente como o seu, é mais lento, o que se pode fazer”. Expressões como estas são dolorosas e geram neles um sentimento negativo que causará não apenas ódio em relação aos pais, mas um sentimento interior de inferioridade.

  1. Gritar com eles e apoiar-se mais nas ordens do que nos argumentos

Não trataremos aqui de maus tratos físicos, pois acreditamos que não há pior forma de romper o vínculo emocional com uma criança do que cometer este ato imperdoável.

Mas temos de ser conscientes de que existem outros tipos de maus tratos implícitos, quase igualmente destrutivos. É o caso do abuso psicológico, esse no qual se arruína a personalidade da criança por completo, sua autoimagem e a confiança em si mesma.

Há pais e mães que não sabem dirigir-se de outra forma a seus filhos, sendo sempre através de gritos. Levantar a voz sem razão justificável provoca um estado de euforia e de stresse contínuo nos filhos; eles não sabem em que se apoiar, não sabem se fizeram algo bom ou mau. Os gritos contínuos enfurecem e fazem mal, já que não há diálogos, apenas ordens e críticas.

Deve-se ter muito cuidado com estes aspetos básicos. O não escutar, o não falar e o não demonstrar abertura, compreensão ou sobrepor a sanção ao diálogo são modos de ir afastando aos poucos as crianças do nosso lado. Elas ver-nos-ão como inimigos dos quais se devem defender e romperemos o vínculo emocional com eles.

Educar é uma aventura que dura a vida toda em que ninguém é um verdadeiro especialista. Contudo, basta apoiar-se nos pilares da compreensão, do carinho e em um apego saudável que proporcione a maturidade e a segurança nesta pessoa que é também parte de você.

 

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